Não
à guerra! Fora o imperialismo instalado no
teritório iraquiano! Viva a revolução
boliviana.
Depois de uma guerra
de extermínio do povo iraquiano, americanos
e ingleses ocupam o iraque, violando a democracia
a soberania e o direito à autodeterminação
dos povos. Trata-se de saquear as riquezas do Iraque
( Em primeiro lugar, o pretróleo), mas também,
de impor à região o domínio
do imperialismo, as regras comerciais e jurídicasque
lhes interessam e esmagar a resistência dos
povos árabes, em particular, a resistência
do povo palestino, em luta pelo direito a um país.
Não
ao acordo com o FMI! Não ao pagamento da
divída externa.
O
governo Lula já anunciou o acordo com o FMI
que deve ser assinado em Dezembro de 2003. renovando
o acordo firmado em 2002 pelo Governo Fernando Henrique
Cardoso. As consequências do acordo com o
FMI de 2002, são amplamente conhecidas. De
lá pra cá, como diz o própio
ministro Antônio Palocci." a agenda de
reformas estruturais do governo (Lula) avança
com vigor no Congresso: a da Previdência foi
aprovada em 2º turno no Senado. A legislação
para os fudos de previdênciacomplementar do
setor público foi incorporada, com o Fundo
Monetário Internacional no ínico deste
ano. A política fiscal está de acordo
com o estabelecido. A venda dos bancos federalizados
avançou lentamente. Contudo, temos expectativa
de avanço significativo deste tema até
o final do ano, com a determinação
do preço minímo de venda." (Carta
de Palocci e Meireles ao FMI). A continuidade do
acordo com o Fundo, a ser confirmado ainda antes
do Natal, pelo presidente Lula, significará
a continuidade desta política, agora no terreno
das Reformas Trabalhista, Sindical e Universitária;
a retomada das privatizações dos bancos
públicos, a começar pelos federalizados,
como o BEC, abrindo a porteira para a entrega do
Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.
Além disso, o acordo imporá a chamada
independência do Banco Central, que, a pretexto
de autonomia em relação aos governos,
passará diretamente
às mãos do capital financeiro especulativo.
Parar
a ALCA! Retirada do Brasil das negociações
da ALCA!
Pela retirada do Governo brasileiro
das negociações da ALCA. Da mesma
forma, chama a mais ampla unidade das organizações
dos trabalhadores do continente para, como dizem
os
sindicatos americanos, não admitir mais nenhum
NAFTA (o acordo de livre comércio da América
do Norte)!
Em defesa da CUT: não
ao acordo com os bancos!
O Congresso do SINTSEF-CE se dirige
à CUT, exigindo que este acordo com os bancos,
que lesa os trabalhadores e questiona a independência
da Central, seja revogado. O Congresso do SINTSEF/CE
é contra e não fará, nem encaminhará,
esta proposta em sua base. Além de fazer,
se necessário for, uma ampla campanha de
esclarecimento junto aos trabalhadores.
Não às Reformas Sindical e Trabalhista!
Não ao Fórum Nacional do Trabalho.
Não aceitamos que a CUT participe
do chamado Fórum Nacional do Trabalho –
FNT. Este órgão tem o objetivo de
nos enrolar. No FNT, se busca o consenso com os
pelegos, com os patrões e o Governo. Não
aceitamos nenhuma redução dos nossos
direitos ou conquistas. Somos pela plena liberdade
e autonomia sindical. A reforma deve levar as propostas
da classe trabalhadora através dos sindicatos.