
Governo
Federal retira 1/3 do salário dos servidores do DNOCS
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Enquanto em Brasília políticos nadam num mar
de lama e de milhões de reais, os servidores do DNOCS
vivem um drama: a retirada de 1/3 de sua remuneração,
além de notícias de demissões de colegas
e o processo acelerado de terceirização no serviço
público. Tudo orquestrado pelo governo Lula/FMI!
• O momento vivido pelos servidores do DNOCS é
de terror, só comparado à sua ameaça
de extinção, em janeiro de1999,
e à administração Collor, com o processo
de expurgo, apelidado de “disponibilidade”.
• A retirada da folha de pagamento da complementação
salarial (existente no contracheque dos servidores desde junho
de 1980), que os servidores recebem há 25 anos é
a gota d´água. Hoje, 3.850, amanhã, certamente,
será o restante dos 15.453 companheiros ativos, aposentados
e pensionistas que verão, com desespero, o confisco
de seus vencimentos, comprometendo a educação
dos filhos, o aluguel, o alimento...
• A Controladoria Geral da União, a partir de
ação movida pelo DNOCS, de forma arbitrária,
violando o princípio do direito adquirido, mandou retirar
o benefício, enviando cartas aos servidores justificando
o ato bárbaro para “evitar maior dilapidação
dos cofres públicos e enriquecimento sem causa dos
servidores beneficiários”. Logo uma categoria
que este ano recebeu 0,1% de reajuste salarial, contra uma
perda salarial de 144,79% nos últimos dez anos! Que
moral tem esse governo para questionar, dessa forma desrespeitosa,
um direito legítimo?
• Os servidores do DNOCS estão em GREVE desde
o dia 23/8 e exigem do governo Lula/FMI o imediato retorno
da complementação salarial! Não aceitaremos
esse autoritarismo! O SINTSEF/CE brigará pelo retorno
do benefício na Justiça e na rua. O Sindicato
repudia tal ação, que prejudica milhares de
pais e mães de família. Pela valorização
do servidor! Por um serviço público digno, gratuito
e de qualidade! Basta Lula! Fora o FMI!
A DIREÇÃO COLEGIADA
Confira
as fotos do movimento no Dnocs - 23/08/2005
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também matéria publicada no Diário do
Nordeste - 24/08/2005
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