Mobilização geral dia 16 de julho pelo cumprimento do Acordo
A Plenária extraordinária dos servidores aprovou um calendário de mobilização para pressionar o governo a legalizar o acordo assinado em maio com as lideranças sindicais. A Plenária teve 134 participantes (113 delegados e 21 observadores) representando diversos estados do Brasil. As mobilizações começam já a partir desta semana com uma série de atividades envolvendo diretamente a categoria e a sociedade. Nesta quarta-feira, os servidores participam de um ato público em frente ao Ministério do Planejamento, em Brasília, exigindo o cumprimento do acordo. Dia 16, a CUT realiza ato público também na Capital Federal contra a política econômica do governo, atitude que será imitada em todos os Estados. Dias 8 e 9 de agosto, os servidores realizam duas plenárias para preparar uma nova jornada de luta caso até lá o governo não tenha resolvido a situação.

NO CEARÁ

- A direção do SINTSEF/CE também já está organizando uma série de ações em nosso Estado. Em reunião ocorrida na sede da CUT-CE, dia 6 de julho, pela manhã, com mais de 20 entidades filiadas – inclusive o SINTSEF/CE, representado pelo coordenador geral Luís Carlos Macêdo – ficou acertado que será realizado um grande ato público, no dia 16/7, às 15h, na Praça da Bandeira (ou Praça Clóvis Bevilácqua, da Faculdade de Direito da UFC). Até agora, o governo não apresentou nenhuma razão - nem satisfação - sobre os motivos pelos quais ainda não mandou para o Congresso Nacional a Medida Provisória a fim de regulamentar os reajustes sobre gratificações e a implantação dos planos de carreira de diversos setores da categoria. Por determinação da Plenária, a direção da CONDSEF pediu a mediação da CUT nas reuniões com o governo. A direção da CUT de Brasília se reuniu ontem, dia 6 de julho, com representantes do Ministério do Planejamento. Hoje, a direção da CUT Nacional tem também uma reunião agendada para tratar do acordo dos servidores.

ACORDO JÁ, FORA DAQUI FMI!

Geração de empregos

Aumento real de salário

Redução da jornada de
trabalho sem redução de
salários

Manutenção e ampliação dos
direitos trabalhistas

Redução das taxas de juros

Serviços públicos de qualidade

Nova estrutura sindical

Reforma agrária e urbana

Distribuição de renda

Não à ALCA

Não à renovação dos acordos
com o FMI

MUDANÇA NA POLÍTICA
ECONÔMICA!

CONCENTRAÇÃO NA PRAÇA
DA BANDEIRA
(Faculdade de Direito da
UFC), a partir das 15h